quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Até onde isso é prejudicial?

Sapatas, casinha, ovo choco, amarelinha, pega-pega, esconde-esconde, polícia e ladrão. Praticamente todas essas brincadeiras fizeram parte da infância de diversas pessoas e são boas lembranças de uma época quando a maior preocupação era fazer a tarefa da escola. Agora, a televisão, o vídeo game de última geração e o computador , o tablete, o celular smartphones são outros bons motivos que fazem com que as crianças saiam ainda menos de casa — afinal, a diversão encontra-se logo ali, no conforto e na segurança do quarto ou da sala de estar. Até onde isso é prejudicial?
Segundo o jornal The Future of Children, as crianças, por aprenderem rapidamente a usar as tecnologias atuais, estão desenvolvendo o costume de ensinar o uso dos dispositivos aos seus pais — e não o contrário. Em teoria, essa inversão de papéis pode enfraquecer a autoridade dos pais, levando as crianças a desrespeitar os progenitores “ignorantes”. Por outro lado, isso também estreitaria os laços de comunicação e partilha de experiências na família.

Nenhum comentário:

Postar um comentário